quinta-feira, 29 de dezembro de 2011




"Eu enfrento o mundo inteiro com uma mão, se me estiveres a agarrar na outra."

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Like it...

Gosto que me perguntem onde quero ir. Gosto de anúncios longos. Gosto de ouvir música de manhã. Gosto de de malas de viagens velhas. Gosto de leves beijos e de abraços apertados. Gosto de braços morenos. Gosto de olhos, verdes, azuis. Gosto de duches rápidos. Gosto de máquinas fotográficas antigas. Gosto que me peguem ao colo como quando era pequenina. Gosto de sentir a tua mão nas minhas costas nuas. Gosto de fotografias legendadas. Gosto de licor beirão. Gosto de saídas não programadas. Gosto de pôr os pés fora do carro. Gosto de andar de calções. Gosto de me ver em biquíni. Gosto de  cartas escritas à mão e de postais. Gosto da primeira meia hora do dia. Gosto de ver o sol nascer. Gosto de te sentir. Gosto de sorrisos. Gosto de gelados de baunilha. Gosto de te ouvir respirar. Gosto que me segredem ao ouvido, especialmente tu. Gosto que me levem às cavalitas. Gosto da palma das minha mãos. Gosto de post-it. Gosto de palavras cientificas. Gosto de te ver desenhar. Gosto de revistas. Gosto de cirurgias. Gosto do meu coração. Gosto de ler devagar. Gosto de andar de mãos dadas. Gosto de fazer tricot pela manhã. Gosto de nós, muito. Gosto!


E de ti? De ti é muito mais que gostar ♥ amo-te

domingo, 11 de dezembro de 2011

Cair no fundo...

Ele- As pessoas pensam em poupar. Enquanto poupam não fazem o que gostam. Se se contessem fariam o que gostam sem exageros. Não exagerar não é igual a poupar. Poupar é não usar. Precisamos de usar para nos concretizarmos. É este o problema do dinheiro.

Ela- O problema das pessoas é que nunca olham para o futuro, e isso faz com que só pensem no presente. Ora, deste modo, gastam tempo no futuro a pensar como é que irão resolver os problemas que arranjaram no então presente. E será sempre assim. Poupar é usar pela metade, mas é essa metade que nos deixará viver o futuro por inteiro.

sábado, 26 de novembro de 2011

kiss me!

Vivo contigo o melhor, abracei-te como se pudesse prender-te para sempre … Hoje, só hoje eu poderia dar-te todos os meus sonhos , todos os meus quereres , todas as ausências… Vem acalmar-me, dar-me o teu refugio secreto, vem adorar-me no teu silencio, fica comigo, só hoje! Mas lembra-te que amanha o pedido será igual e será assim até ao fim da saudade. Não sei negar a tua companhia ou ignorar a tua existência. Não sei não pensar em ti. Não sei apagar saudades nem calar emoções... Mas sei amar, e escolhi-te para isso!


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Um coração apertado não fala, mas sente. Não demonstra, mas ama. Não olha, mas escuta. Um coração apertado só tem medo, medo de perder a outra metade.



quinta-feira, 3 de novembro de 2011

p.s.


Nada me separa de ti pois cada segundo é um só ♥


Ontem vi-te e já tenho saudades. Ainda estava aí ao teu lado e já chorava por dentro. E agora não há nada que possa fazer para me livrar destas cócegas que tenho no coração. Aquele formigueiro intenso no peito, aquele vazio tão cheio... Uma saudade inevitável. Nem todas as palavras do mundo conseguirão exprimir o que sinto por ti tal como todos os segundo serão insuficientes para estar ao teu lado. Queria dar-te palavras doces, palavras que percorrem o meu pensamento quando ele se centra em ti. Queria dizer-te, preciso de dizer, bom dia, para o dia realmente começar.  Queria dizer-te que estarei ao teu lado e que te procurarei no meio da multidão até ficar sem fôlego, e mesmo assim, arranjarei forças para continuar a procurar. Um pedaço de mim fica contigo cada vez que me separo de ti, e não o consigo encontrar até te ter comigo outra vez. E é quando menos espero que mais preciso de ti, és importante para mim como o oxigénio é para ti. 
O meu amor és tu. A minha alma somos nós.

domingo, 23 de outubro de 2011

How are you?

Hoje olhei à minha volta. Vi pessoas, jovens, idosos, mas pessoas. E vi como tudo mudou desde a ultima vez que tinha visto o mundo. E há coisas que me deprimem... Deprimir talvez não seja a palavra adequada, mas talvez estranheza e um misto de orgulho/desilusão.
Reparei em duas pessoas... Dois jovens. Uns 18 anos. Reparei também no que falavam. Fiquei espantada. Boquiaberta. Senti-me então, eu, deslocada daquela realidade que para eles é altamente banal, completamente citadina. Mas não me consegui inserir nela, nem por uns breves instantes... E comecei a questionar coisas que até agora nunca tivera necessidade de questionar. Eles falavam daquela bebedeira enorme, de como tinham teste amanhã e não iam estudar porque tinham combinado ir sair. Um deles até disse "esquece o teste puto, esta noite vai ser altamente. a miúda até vai. bora puto.", e o outro lá disse que sim, por mais ou menos vontade que tivesse. E é isto. É a vida deles. É o que eles fazem, sistematicamente. Reparei então que não estou nada in, não estou nada na moda. Não fumo, não bebo regularmente, nem saio muito à noite. Também não vejo televisão 12 horas por dia, não durmo até às 14h, não discuto com os meus pais como se eles fossem uns quaisquer, não gosto de ficar em casa sem fazer nada...  Mas em compensação, gosto de estudar, gosto de escrever, gosto de ler artigos, gosto de acordar cedo e ter mil uma coisas para fazer, gosto de ter boas notas e gosto da ideia de que vou ter um futuro agradável. Claro que não sou nenhum extraterrestre verdinho, com antenas e olhos amarelos. Claramente que, como qualquer pessoa normal, tenho devaneios e não sou sempre politicamente correcta. Também saio à noite, também ligo a televisão, também sou adolescente.
Não sei se os pais destes rapazes sabem ou gostam do que os filhos fazem, mas lá que deixam, isso deixam. E ao contrário do que poderia ser de prever, não gosto da ideia de que há padrões de adolescentes, porque, de facto, não há. Há pessoas. Milhões de pessoas. Diferenças. Opostos. E eu vejo cada um deles a passarem na minha vida, e olho-os, e escuto-os, e deixo-os passar...

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Se ele te amar, terás de ter a suprema convicção que ele ama aquilo que tu és, ou melhor, apesar daquilo que és.
 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

afogamento

Medo. Sentimento de inquietação perante uma situação real, ou não, que nos atormenta. O medo vem com a idade. Ganha-se, aprende-se. Porquê? Não sei, nem compreendo, mas ganha-se. Prende-se a nós. Vai e vem, melhora e piora. Mas sempre que está presente, faz estragos. Estragos involuntários, sentimentos que não queremos sentir, atitudes que não queremos ter. E chegamos mesmo a ter medo de ter medo, é preocupante, sufocante. Como se estivéssemos num poço, no fundo. E quando gritamos ninguém nos ouve, estamos sós. E quando tentamos sair do poço, a corda, por vezes, parte-se. E achamos que não vamos sair dali... Que estupidez, claro que vamos. Um dia. E esse dia, chega sempre.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

- Porque é que não gostas do silêncio?

- O silêncio assusta-me porque ele grita a verdade...

- Achas mesmo que sim?

- Sim. Mas em conjunto com um olhar de água suja só me alegra. A longevidade desse sujo é que me assusta.

- Porquê? Eu não me vou embora...

- Porque aí o silêncio é mais duro. Menos claro.

- Porquê?

- Porque não o vejo.

- Mas tens que ouvir o teu silêncio do teu coração. É o silêncio mais puro.

 

Palavra é prata, silêncio é ouro.
 

sábado, 10 de setembro de 2011

pânico ou segurança?

A felicidade muda num instante. Um arrepio. Um toque. Uma mensagem. Basta para que a expressão do rosto mude. Onde havia um sorriso, agora cai uma lágrima. Onde antes havia brilho nos olhos, agora esse brilho é baço. E as respostas ás perguntas não chegam. O coração está apertado, os olhos não aguentam tanto pânico. Sim, o pânico, ás vezes, apodera-se de nós. E custa a sair do nosso interior... É medo. Medo. Medo.
Eu achava que no amor não havia medo. Se calhar achava isso porque nunca tinha amado assim. Mas assim como? Assim, desta maneira, indiscritivel. Sim, isso é que é o amor. Universal, mas indiscritivel. E esta falta de palavras complica, mas é essencial. As palavras são cruéis, e cada vez me apercebo mais disso. Mas ainda bem que o Homem ainda não inventou a palavra certa para descrever o amor. Digo isto, porque no dia em que isso acontecer, o amor deixará de ser amor e passará a ser apenas uma palavra. Esse sentimento bonito vai desaparecer, porque deixaria de ser privado e passaria a ser público. E o amor não é assim. O verdadeiro, esse, só é compreendido por duas pessoas: as apaixonadas; aquelas que se olham nos olhos, aquelas que se amam, aquelas que sorriem sempre que há palpitações, aquelas que se abraçam, aquelas que formam um todo.
Eu estou assim, apaixonada, amada, feliz. Mas tenho medo. Tenho pânico. Uns lindos olhos não passam despercebidos e deixam marcas. E se essas marcas voltarem e então eu deixar de ser amada por esses lindos olhos? Não quero viver sem eles... Sem O amor!
A paixão cega, mas o verdadeiro amor torna-nos lúcidos. A lucidez, a mim, dá-me conforto, dá-me segurança. Mas o medo, esse permanece na artéria do meu coração, na área pré-frontal do meu cérebro. Mas esse medo não é mais forte que eu ou do que o meu amor. Tenho tantas artérias no coração, e tantas áreas no cérebro, que o medo não tem hipóteses.
Vale a pena amar! Pelo menos, vale a pena amar desta maneira. Vale a pena ser feliz, assim. Vale a pena acordar com um sorriso nos lábios, e ler: "amo-te até dizer chega, e relembro que «chega» não existe no meu dicionário".
Palavras, emoções, sentimentos... AMOR!
Fecho os olhos, com força. A felicidade voltou.



quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Hapiness

Um dia pegas-me na mão e levas-me. Levas-me para lugar nenhum, levas-me sem destino. Levas-me contigo, só, sem mais nada. Um dia deixamos tudo e fugimos juntos.
Um dia andamos, andamos, andamos por aí. E rimo-nos. Como se nada mais existisse além de nós e da nossa presença. Um dia perdemos a timidez e dançamos no meio da rua, descalços e sem música. Dançamos ao nosso som; eu fecho os olhos e tu conduzes-me. E fazes-me rodopiar, em bicos de pés, para te acompanhar. E agarras-me.
Um dia devoro-te as palavras. Um dia interrompo-te, para te dizer que gosto de ti. Noutro dia deixo-te falar e presto a máxima atenção; um dia vais para falar e eu calo-te com um beijo; noutro dia confundo-te com um a meio de uma frase. Um dia deixo-te sem saberes o que dizer. Pelo lado bom.
Um dia ficamos à chuva, no jardim, parados, a sentir as gotas. Outro dia ficamos à sombra a refrescar do sol quente. Um dia o mar será só nosso. E o céu. Um dia mergulhamos no mar de noite e voamos de dia. Um dia enrolamo-nos com a areia nas ondas da praia ao sabor do vento, do sol e do sal.
Um dia abraças-me e não largas. Um dia ficas comigo depois da hora de ir embora, e não vais. Um dia hás-de não ir embora, e ficar. Um dia as nossas chaves entrarão na mesma fechadura. E aí o que é teu será teu, o que é meu será meu, mas o que é nosso será junto.
Um dia hás-de cumprir tudo o que prometeste: todos os locais e os momentos e o tempo e os beijos e a vida. Um dia serás como sempre quiseste ser. Um dia dirás tudo o que deixaste por dizer. O que dizes não será só o que dizes, mas será o que fazes. E eu continuarei a ser tua, como sempre disseste.

"Gosto de ti como quem agarra o sol."

Um dia vamos viajar pelo Mundo inteiro.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

desenhos...

  Espero ansiosamente pelo dia em que deixarei de lado todas as minhas inseguranças, em que irei caminhar firmemente e lutarei por tudo aquilo que amo. Espero com ainda mais ansiedade pelo dia, ou pela hora, em que me sentirei única na vida de alguém, em que irei conseguir, finalmente, enterrar o seu passado e poder ser livremente feliz. Preciso de me sentir livre, solta, mas segura e agarrada. Ao amor. Mas para isso, preciso de esquecer o que já passou. Não é o meu passado, é o dele. E ele não tem culpa... Sou eu. Ele já amou, tal como eu. O amor é ruim, o passado dói. O passado dele está no meu presente, e isso não me acalma. E eu e ele e nós precisamos de calma. A felicidade paira no ar, instala-se no meu coração quando o vejo. Mas as artérias do meu coração bloqueiam mal ele parte... É o meu amor.


O pedaço que me faltava.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Disquetes Right

- "Estás assustada, não estás?"
- "Sim, estou tanto... Passei este ano a dizer que era isto que mais que queria, depois fiquei nostálgica e agora quero fugir. Ainda por cima vou sozinha."
- "Quando é que foi a última vez que foste sozinha para a escola? 1º ano?"
- "Foi só mesmo no infantário."

Tinha 5 anos quando te conheci. Na altura nem te achei muita piada, nem te percebia. Preferias jogar à bola com os rapazes, não gostavas de tranças, não usavas pulseiras e nem gostavas de sais... Eu, escusado será dizer, adorava isso tudo. E durante este (imenso) tempo não mudou muito.
Não digo que gosto de ti a toda a hora, não és minha irmã no facebook, não te coloquei um rótulo de melhor amiga, não te ligo em conferência. Também não és nenhuma modelo loira de 1,70, não usas vestidos, não gostas de maquilhagem, não lês revistas de moda nem pintas as unhas (vi-te com as unhas pintadas de VERMELHO uma vez na vida). Não gostas de autocarros, por isso queres ter um carro. Não gostas de estudar, mas és estupidamente inteligente. Não te decides com facilidade, o que faz com que estejas semanas a pensar no mesmo, e no fim és capaz de não chegar a nenhuma conclusão. Não estudavas para alguns testes e então ficavas estrategicamente ao pé de mim nos testes. Mas tens coisas fantásticas em ti. És do Benfica, fazias umas festas mesmo giras no animax, gostas de uma boa cusquice, tens resmas de singstars, tens um monte maravilhoso no Alentejo, tens uma viola que eu adoro, tens dinheirito mas ainda consegues ser mais forreta que eu, e eu FELIZMENTE tenho uma LUISA na minha vida. E é por isso que escrevi isto.
Estou há 12 anos contigo na mesma turma, ao teu lado, a copiar trabalhos de casa, a tentar perceber como é que chumbámos uma vez a quimica (lembraste das razões que fizeste para obteres a resposta? Iam em 250...), a rir-mo-nos até nos doer a barriga, a apontar tudo o que os nossos queridos e sábios professores diziam, a trocar papelinhos no colégio... E fora das aulas, continuas a lá estar. Sempre, impressionantemente. Mesmo quando eu não quero, mesmo quando percebes que estou péssima por dentro embora esteja muito sorridente, ou até mesmo só para irmos almoçar. Tu, literalmente, nunca estiveste longe de mim. Por isso agora explica-me como é que vou sobreviver ?!
E assim, concluo que te odeio, Ana Pereira, por não vires para cardiopneumologia.


Sei que adoras oreos, e eu gosto imenso de ti!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

modo de vida

Quando se ama alguém tem-se sempre tempo para essa pessoa. E se ela não vem ter connosco, nós esperamos. O verbo esperar torna-se tão imperativo como o verbo respirar. A vida transforma-se numa estação de comboios e o vento anuncia-nos a chegada antes o alcance do olhar. O amor na espera ensina-nos a ver o futuro, a desejá-lo, a organizar tudo para que ele seja possível. É mais fácil esperar do que desistir. É mais fácil desejar do que esquecer. É mais fácil sonhar do que perder. E para quem vive a sonhar, é muito mais fácil viver.


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

pequeno mogli ♥

      ÉS a POLICROMIA que ME preenche SONHOS a PRETO e BRANCO!

amo-te, incessantemente








terça-feira, 30 de agosto de 2011

mágoa!

Um telefonema. Um simples telefonema. Um telefonema que podia ser igual a tantos outros, que costumam ser de felicidade, destroçou-me a alma. Partiu o meu coração infinitamente, bloqueou as minhas artérias, as minhas veias, o sangue deixou de passar das aurículas para os ventrículos, eu sei lá... Estou sufocada de desgosto, de amor. Sim, de amor. Amo-te demais, é o que é. Vivo intensamente para quê? Sonho, para quê?
Todos os dias, até hoje, te queria amar mais. Tu fazias-me renascer todos os dias. Mas era a mim. E era a mim que eu queria que fosse sempre, durante muito tempo. Mas e agora? Vai continuar a ser só a mim? ...
Não quero acordar e pensar que o teu primeiro "bom dia" foi para outra, não vou gostar de saber que a vais encontrar a ela em vez de a mim quando chegares a casa cansado, não quero viver numa insegurança constante. E não, não me venhas dizer que se trata de confiança. Ninguém gostaria. Nem eu, nem tu, nem ele, nem ela, nem o outro, nem a outra, nem aqueles. Sabes porquê? Porque o amor não deixa. Tudo isto é culpa do amor. Próprio ou pelo o outro, mas não deixa de ser o amor. Sim, só amor. Sem egoísmo, sem desconfiança, sem inveja. Amor. Amor puro, verdadeiro. Se tu estás bem, eu estou bem, mas consegues estar bem sabendo que eu não estou bem? A minha matemática chama a isto "probabilidade condicionada", mas com a ciência das pessoas não sei que lhe chame.
Desmaiei por dentro. Fiquei lívida. Perdi a cor, perdi o brilho. O fim de uma alma calma.
Vale a pena amar-te tanto? Porquê tanto amor se no fundo ele é tão frágil?




pedrosoares

Tranquilidade

Gosto de ir sozinha até à praia por volta das 7h da manhã, ver o dia acordar, sentir a brisa gelada vinda do mar, ser tocada por aquela luz rasante que naqueles escassos minutos torna tudo tão diferente do resto do dia. Gosto de olhar em redor e ver apenas uma imensidão de areia, deserta, enquanto as gaivotas se passeiam em busca de algo que as alimente. Talvez também eu lá vá em busca de algo que me preencha...
Fiz-me ao mar de manhã, na maré de ti, ao amanhecer.



felicidade...

És aquele que cede e não espera retorno porque sabes que o acto de partilhar contigo qualquer instante já me alimenta e satisfaz. Já sentes , ou um dia vais sentir o mesmo que eu. Oiço-te e falo-te com o olhar. És aquele que me ouve ao telefone mesmo quando estou com uma voz de sono mas com o mesmo prazer e atenção que terias se estivesse acordada. Tu és quem sorri para mim sem razão aparente. És aquele que percebe nos meus olhos os meus desejos , os meus disfarces , as minhas alegrias e os meus medos. Tu reconheces-te a pessoa que estava por baixo, mas que eu não conseguia ver, e deste-me a auto-confiança para ser eu própria e não seguir apenas os outros. Fizeste-me chegar a ti.
És quem eu amo e ponto. é verdade e sonho , razão e sentimento, é arte e ciência.
Tu existes e isso chega-me.
Obrigada.

nascimento...

Tenho vida. Movo-me com a passagem do tempo. Aprendo com aquilo que vejo. Abraço dimensões. Hoje estou bem, amanhã não sei. Sou (in)satisfeita.