Hoje estou pequena, pequeníssima. Inquieta. Com vontade de ver e abraçar outro mundo, de ver amor sobre dor, de aplaudir e não lamentar. Sou uma criança grande, mas serei sempre pequena. Pequena demais para viver num mundo onde existir é mais importante que compreender.
domingo, 30 de setembro de 2012
Uma ervilha no fundo do tacho!
Hoje estou pequena, pequeníssima. Inquieta. Com vontade de ver e abraçar outro mundo, de ver amor sobre dor, de aplaudir e não lamentar. Sou uma criança grande, mas serei sempre pequena. Pequena demais para viver num mundo onde existir é mais importante que compreender.
sábado, 29 de setembro de 2012
És, serás, seremos.
E, à noitinha, eu penso em ti. Apareces nos meus sonhos, como que propositadamente para me lembrares que existes. É nesses sonhos que eu desejo poder ficar a dormir para sempre.
quarta-feira, 26 de setembro de 2012
A simplicidade mais simples ♡
As pessoas ficam admiradas quando o amor esfria. Não percebo o porquê de tanto espanto, quando são elas que lhe dão esse rumo. O amor constrói-se em gestos simples, e desfaz-se ainda mais simplesmente. As pessoas é que nunca estão atentas.
O amor é como o café: esfria se não o bebermos logo. É como o girassol: murcha se não tiver água e sol. É como os ténis que usamos e abusamos todos os dias: ao fim de uns tempos precisam de ser renovados. É como lavar os dentes: convém repetirmos várias vezes ao dia, convém... É como o nosso estômago: colapsa se não o alimentam. É. também, como o nosso dinheiro: se não pouparmos, mais tarde ou mais cedo acaba-se.
É tão inocente quanto isto. A maneira como o abordamos é que poderá, eventualmente, ser complexa. E é aí que muitos falham. Se precisamos de espaço, porque é que o amor não há-de precisar? Se precisamos de tempo, porque é que não damos esse tempo ao amor? Se precisamos de nos alimentar, porque é que não alimentamos a paixão? É importante lembrar, o amor não tem meio termo. Ou se ama, ou não se ama! Ou também só respiras metade?
Alimenta a paixão, porque é nela que o amor sorri.
O que vale é que este texto não foi escrito nem para mim, nem para ti.
O amor é como o café: esfria se não o bebermos logo. É como o girassol: murcha se não tiver água e sol. É como os ténis que usamos e abusamos todos os dias: ao fim de uns tempos precisam de ser renovados. É como lavar os dentes: convém repetirmos várias vezes ao dia, convém... É como o nosso estômago: colapsa se não o alimentam. É. também, como o nosso dinheiro: se não pouparmos, mais tarde ou mais cedo acaba-se.
É tão inocente quanto isto. A maneira como o abordamos é que poderá, eventualmente, ser complexa. E é aí que muitos falham. Se precisamos de espaço, porque é que o amor não há-de precisar? Se precisamos de tempo, porque é que não damos esse tempo ao amor? Se precisamos de nos alimentar, porque é que não alimentamos a paixão? É importante lembrar, o amor não tem meio termo. Ou se ama, ou não se ama! Ou também só respiras metade?
Alimenta a paixão, porque é nela que o amor sorri.
O que vale é que este texto não foi escrito nem para mim, nem para ti.
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