terça-feira, 15 de maio de 2012

(Des)integração

Até percebo que não gostes. Até partilho da opinião que é saudável existir uma certa libertação. Mas não usares, de todo, torna-se complicado. Não para mim, mas para ti, embora ainda nem tenhas notado ou fazeres por não notar. Tens que acordar no mundo e recordares-te que ninguém hoje vive sem comunicação, seja via telemóvel ou Internet, por muito ou pouco que cada pessoa use. Eu até prefiro as cartas escritas à mão, e adoro postais de viagens. Não sou nenhuma nativa digital, até sou mais emigrante que tu. Mas repara que : pedem-te e-mail e número de telemóvel nos currículos, na matrícula da escola, na inscrição de um clube, etc. Então pergunto-me: porque é que insistes em (tentar) ser tão diferente dos outros e deixares escapar pequenos detalhes? Tenho a certeza que gostas desses pequenos detalhes. Detalhes é o oposto da monotonia. Convence-te de que o século XXI escolhe as pessoas que mais se adaptam, as que são mais versáteis e as mais cumpridoras. Se é positivo ou não, eu não sei... Queres afirmar-te como diferente e a arte até te torna único, jovem adolescente, mas a teimosia faz de ti o mais comum dos artistas!




terça-feira, 8 de maio de 2012

1st

Ninguém é tão forte, que nunca tenha chorado ...
Ninguém é tão fraco, que nunca tenha vencido ...
Ninguém é tão inútil que nunca tenha contribuído ...
Ninguém é tão sábio que nunca tenha errado ...
Ninguém é tão corajoso que nunca tenha medo ...
Ninguém é tão medroso que nunca tenha coragem ...
Ninguém é tão ninguém que nunca precise de ninguém, como eu preciso de ti.