quarta-feira, 31 de agosto de 2011

pequeno mogli ♥

      ÉS a POLICROMIA que ME preenche SONHOS a PRETO e BRANCO!

amo-te, incessantemente








terça-feira, 30 de agosto de 2011

mágoa!

Um telefonema. Um simples telefonema. Um telefonema que podia ser igual a tantos outros, que costumam ser de felicidade, destroçou-me a alma. Partiu o meu coração infinitamente, bloqueou as minhas artérias, as minhas veias, o sangue deixou de passar das aurículas para os ventrículos, eu sei lá... Estou sufocada de desgosto, de amor. Sim, de amor. Amo-te demais, é o que é. Vivo intensamente para quê? Sonho, para quê?
Todos os dias, até hoje, te queria amar mais. Tu fazias-me renascer todos os dias. Mas era a mim. E era a mim que eu queria que fosse sempre, durante muito tempo. Mas e agora? Vai continuar a ser só a mim? ...
Não quero acordar e pensar que o teu primeiro "bom dia" foi para outra, não vou gostar de saber que a vais encontrar a ela em vez de a mim quando chegares a casa cansado, não quero viver numa insegurança constante. E não, não me venhas dizer que se trata de confiança. Ninguém gostaria. Nem eu, nem tu, nem ele, nem ela, nem o outro, nem a outra, nem aqueles. Sabes porquê? Porque o amor não deixa. Tudo isto é culpa do amor. Próprio ou pelo o outro, mas não deixa de ser o amor. Sim, só amor. Sem egoísmo, sem desconfiança, sem inveja. Amor. Amor puro, verdadeiro. Se tu estás bem, eu estou bem, mas consegues estar bem sabendo que eu não estou bem? A minha matemática chama a isto "probabilidade condicionada", mas com a ciência das pessoas não sei que lhe chame.
Desmaiei por dentro. Fiquei lívida. Perdi a cor, perdi o brilho. O fim de uma alma calma.
Vale a pena amar-te tanto? Porquê tanto amor se no fundo ele é tão frágil?




pedrosoares

Tranquilidade

Gosto de ir sozinha até à praia por volta das 7h da manhã, ver o dia acordar, sentir a brisa gelada vinda do mar, ser tocada por aquela luz rasante que naqueles escassos minutos torna tudo tão diferente do resto do dia. Gosto de olhar em redor e ver apenas uma imensidão de areia, deserta, enquanto as gaivotas se passeiam em busca de algo que as alimente. Talvez também eu lá vá em busca de algo que me preencha...
Fiz-me ao mar de manhã, na maré de ti, ao amanhecer.



felicidade...

És aquele que cede e não espera retorno porque sabes que o acto de partilhar contigo qualquer instante já me alimenta e satisfaz. Já sentes , ou um dia vais sentir o mesmo que eu. Oiço-te e falo-te com o olhar. És aquele que me ouve ao telefone mesmo quando estou com uma voz de sono mas com o mesmo prazer e atenção que terias se estivesse acordada. Tu és quem sorri para mim sem razão aparente. És aquele que percebe nos meus olhos os meus desejos , os meus disfarces , as minhas alegrias e os meus medos. Tu reconheces-te a pessoa que estava por baixo, mas que eu não conseguia ver, e deste-me a auto-confiança para ser eu própria e não seguir apenas os outros. Fizeste-me chegar a ti.
És quem eu amo e ponto. é verdade e sonho , razão e sentimento, é arte e ciência.
Tu existes e isso chega-me.
Obrigada.

nascimento...

Tenho vida. Movo-me com a passagem do tempo. Aprendo com aquilo que vejo. Abraço dimensões. Hoje estou bem, amanhã não sei. Sou (in)satisfeita.